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Neutralização de CO2 para o amanhã que queremos!

CO2

12 mar Neutralização de CO2 para o amanhã que queremos!

A paisagem e a tristeza cantada por Luiz Gonzaga em Asa Branca era da Caatinga, do sertão nordestino, do semi e do “superárido”. Sobre ela lemos em prosa – Vidas Secas, de Graciliano Ramos – e em verso – Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto. São manifestos, lamentos, denúncias.

Pois a Caatinga é tudo isso. É escassez, mas é também uma biodiversidade. É o único bioma exclusivamente brasileiro, o que significa que boa parte de seu patrimônio biológico não existe em mais nenhum outro lugar do planeta. Também é o mais desconhecido e o mais frágil: o uso insustentável de seu solo e dos recursos naturais e a imagem eterna de pobreza e da seca, sempre ajudaram a manter sua degradação.

A boa notícia é que a gente também pode contribuir com a sua preservação;

Por aqui recentemente com a ajuda da COOPERFLOREST, adotamos uma floresta de dois hectares desse bioma, que hoje possui 55% de toda a sua área devastada ou em processo de desertificação.

Por falta de conscientização o que mais acontece é a extração ilegal de lenha para carvoarias, o trabalho escravo realizado por crianças e adolescentes, além do sustento da indústria local pela lenha ilegal.

Essa adoção tem como objetivo a neutralização do CO2 liberado em nossas atividades, já que a caatinga é o bioma tropical que mais sequestra carbono, além ajudar a oferecer ao sertanejo uma nova opção de ganhos, sem que ele precise destruir a floresta nativa, através da COOPERFLOREST, sediada em Igarassu, PE,  uma cooperativa que integra pequenos produtores e os auxilia a conservar a floresta e investir na criação de abelhas e cabras na região do Ceará.

Abaixo dá pra ver nossa terrinha em Lagoa do Mato do proprietário rural Antonio Wellington Sampaio de Alencar, beneficiando 4 famílias das proximidades, enquanto neutralizamos 30 toneladas de carbono.

RPPN LUIZINHO DE ALENCAR

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Diminuir e neutralizar as emissões de carbono é um dos grandes desafios do presente. No Brasil as atividades agropecuárias são as  responsáveis pela maior parte das emissões dos gases estufa no Brasil. Quando considerados o desmatamento e o exercício dela, a porcentagem das emissões chegam a 66%. Os dados são do Seeg (Sistema de Estimativa de Emissão de Gases Estufa), realizado pelo OC (Observatório do Clima). O relatório foi lançado em outubro de 2016.

Por aqui acreditamos que nossas ações por menores que pareçam são capazes de mudar o mundo. Cada um de nós faz o seu amanhã. E juntos, fazemos os nossos – Os Amanhãs que queremos.